Sobre a Vale

30/06/2014

Conheça as minas do Sistema Centro-Oeste no Mato Grosso do Sul

Mina de Urucum A Mina de Urucum é uma das maiores produtoras de manganês no Brasil

Líder na produção de minério de ferro e a segunda maior produtora de níquel, nossa empresa também é a maior produtora de manganês no Brasil e responde por cerca de 70% do mercado nacional do produto. Começaremos abordando a história e as atividades realizadas nas minas de Urucum e de Morraria Santa Cruz, ambas localizadas em Corumbá, em Mato Grosso do Sul.

Mina de Urucum

Descoberta na época da Guerra do Paraguai, entre os anos de 1864 a 1870, a Mina de Urucum recebeu esse nome devido ao mineral hematita, encontrado no minério de ferro. Ao ser riscado em uma cerâmica, o mineral apresenta um traço avermelhado característico do urucum, planta cujo corante extraído das sementes é usado em cosméticos, bronzeadores e alimentos.

Considerada uma das exceções no país, a Mina de Urucum, especializada na extração de minério de ferro e manganês, é uma das únicas a ter dois bens minerais em uma única morraria. A produção da mina gira em torno de 2.5 milhões de toneladas de minério de ferro e cerca de 800 mil toneladas de manganês. O produto é exportado para a Argentina e países europeus por vias terrestre e fluvial. Esse volume pode se tornar ainda maior com a expansão subterrânea de manganês, prevista para acontecer nos próximos anos.

Mina Morraria de Santa Cruz

A Mina de Morraria de Santa Cruz, mais conhecida como Mina MCR, tem tudo a ver com a região onde está localizada, já que o seu nome remete aos relevos em altura destacados nas planícies alagadas do Pantanal. A mina, especializada em minério de ferro, tem mineralização privilegiada, já que o material extraído, além de ter grande teor em ferro, já está próximo do formato especificado pelo mercado: o produto final lump ore. Isso contribui para a redução dos custos com energia e trabalho, devido à ação da natureza no processo.

Adquirida pela Vale em 2009, a mina possui cerca de mil empregados e é responsável pela exportação de aproximadamente quatro milhões de toneladas de minério de ferro para a Argentina e Europa. Com uma logística um pouco mais complexa, o transporte da produção inclui caminhões, trens e navios, para a chegada ao local de destino. Também já há estudos de ampliação previstos para os próximos anos, para otimizar e aumentar a produção de lump ore.​​

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