Sobre a Vale

13/02/2015

Conheça Salobo, o maior projeto de cobre da Vale

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operações em Carajás
A operação é também a segunda unidade da Vale deste tipo de minério no Pará

Salobo é o segundo projeto de cobre desenvolvido pela Vale no Brasil. A mina está localizada em Marabá, sudeste paraense, e entrou em operação em novembro de 2012. O empreendimento tem capacidade nominal estimada de 100 mil toneladas anuais de cobre em concentrado. Com a expansão da operação, o Salobo II, a capacidade de produção do empreendimento será duplicada para 200 mil toneladas anuais do produto.

Salobo envolve a operação integrada de lavra a céu aberto, beneficiamento, transporte e embarque. O escoamento da produção é feito por rodovia, da mina até terminal ferroviário existente da Vale em Parauapebas (PA), de onde é transportada pela Estrada de Ferro Carajás até o terminal marítimo de Ponta da Madeira (MA).

Em 2013, a unidade produziu 65 mil toneladas de cobre contido em concentrado. No primeiro semestre de 2014, foram produzidas 40,8 mil toneladas do produto. O cobre é um dos metais mais utilizados no mundo hoje, atrás apenas do ferro e do alumínio, sendo largamente empregado na geração e na transmissão de energia, em fiações e em praticamente todos os equipamentos eletrônicos - como a televisão e o telefone celular.

Cadeia produtiva

A mina do Salobo é a céu aberto. Depois de lavrado, o minério é transportado por caminhões fora-de-estrada até a britagem, onde tem o seu tamanho reduzido. Na etapa seguinte, esse minério chega ao roller press, um equipamento formado por dois rolos, que giram em sentidos opostos, fragmentando o produto, graças à ação de rotação e pressão do equipamento. Logo após, o minério passa por moinhos e uma bateria de ciclones até chegar às áreas de flotação e filtragem, etapa final do processo, que resulta em um concentrado, variando de 36% a 40% de cobre.

Tecnologia

O diferencial tecnológico está presente na usina do Salobo, agregando mais eficiência à operação e um menor consumo de energia e de água, em função do roller press, capaz de resistir ao grande esforço no beneficiamento de um minério tão resistente como o cobre. A planta do Salobo permitirá ainda o reaproveitamento de aproximadamente 98% de toda a água utilizada no processo de beneficiamento do minério.

Desenvolvimento socioeconômico

O Salobo contribui diretamente para o desenvolvimento socioeconômico de Marabá (PA) e Parauapebas (PA), municípios que estão na área de influência do empreendimento, ao promover a instalação de empresas prestadoras de serviços nessas cidades, ampliando a oferta de trabalho e renda na região. Durante a fase de implantação do Salobo, iniciada em 2007, a Vale investiu cerca de R$ 15 milhões em educação, saúde e infraestrutura em Marabá e Parauapebas.

Na área de saúde foram realizadas reformas de postos de saúde, compra de equipamentos hospitalares, entre outros. Na área de educação, os municípios foram contemplados com reforma, construção e ampliação de escolas, ginásios esportivos e quadras poliesportivas. Em Marabá, foi desenvolvido também um programa de cooperação técnico-educacional com o antigo Centro Federal de Educação Tecnológica do Pará (Cefet), atual Instituto Federal do Pará (IFPA), que resultou na implantação de cursos técnicos profissionalizantes de nível médio em mecânica, eletrotécnica e química.

Preservação Ambiental

A mina do Salobo está dentro da Floresta Nacional Tapirapé-Aquiri, que possui uma área superior a 190 mil hectares e completou 25 anos de fundação em 2014.

A Vale protege este importante patrimônio natural, promovendo a conservação da biodiversidade desta área, juntamente com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Em junho de 2014, a Vale, por meio do Salobo, assinou convênio com o ICMBio para ampliação do viveiro da secretaria de Agricultura do município e na capacitação e assistência técnica de produtores para a prática de atividades agrícolas e extrativas de forma sustentável.

Com a revitalização e ampliação do viveiro, que também conta tem a parceria com a Prefeitura Municipal de Marabá, a previsão é de que sejam produzidas entre 800 mil a um milhão de mudas por ano. As plantas serão usadas no programa de arborização urbana, em recuperação de áreas e como fonte de geração de renda alternativa para famílias de agricultores.

O convênio, no valor de R$ 1,45 milhão estabelece ainda a implantação de programa de extrativismo e de educação ambiental voltado para a comunidade Lindoeste, na região do município de São Félix do Xingu. Com o convênio, fica assegurada a capacitação e o suporte técnico aos pequenos produtores para a boa prática da atividade agroecológica, ou seja, produção agrícola, mas de forma sustentável.

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