Horta caseira e pintura sustentável: comunidades do Maranhão aprendem a economizar e a proteger o meio ambiente

Sobre a Vale

13/06/2014

Horta caseira e pintura sustentável: comunidades do Maranhão aprendem a economizar e a proteger o meio ambiente

Horta caseira e pintura sustentável Com o projeto da Permacultura, as famílias passam a cultivar o seu próprio alimento no quintal de casa

Iniciativas simples e econômicas têm feito a diferença nas cidades maranhenses de Açailândia, Bom Jesus das Selvas, Buriticupu, Alto Alegre do Pindaré e Santa Rita: a pintura sustentável e permacultura. A primeira consiste no uso de terra como matéria-prima na produção de tinta para pintura. Já permacultura estimula que as pessoas tenham hortas caseiras.

As populações dessas comunidades, vizinhas às operações da Vale no Maranhão, estão aprendendo as técnicas nos projetos ‘Nos Trilhos do Desenvolvimento’ e ‘Casa Saudável’, parcerias da Fundação Vale com o Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento (CPCD). As iniciativas têm como objetivo promover a formação e multiplicação de educadores sociais nas comunidades e, com isso, contribuir para melhoria da qualidade de vida da população local.

Pintura Sustentável

Usada para incentivar os participantes a tornarem a comunidade um ambiente mais agradável, a ação consiste em ensinar técnicas de produção de tinta, utilizando a terra como matéria-prima na pintura de casas. Para aprender sobre o preparo, em 2013, mais de 20 mil mulheres das comunidades de Bom Jesus das Selvas e Nova Vida, vizinhas da Estrada de Ferro Carajás, participaram da Oficina de Tinta da Terra. O grupo, assim como nas demais cidades, vem multiplicando tais ações, ensinando os demais membros da comunidade.

Permacultura

A ação estimula os participantes a manterem uma horta permanente no próprio quintal, cultivando alimentos com alta eficiência e com o mínimo de impacto ambiental. Para isso, o projeto discute valores, como segurança alimentar, cuidados com o quintal e meio ambiente. Com a iniciativa, os moradores aprendem a cultivar o próprio alimento e passam a ser multiplicadores das técnicas para outros membros da comunidade. Na ação, os envolvidos ainda têm a oportunidade de compartilhar a produção excedente, sem realizar nenhum tipo de desperdício.

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