No dia do combate ao trabalho escravo, conheça nossas ações para promoção do trabalho decente

Sobre a Vale

25/01/2021

No dia do combate ao trabalho escravo, conheça nossas ações para promoção do trabalho decente

mão para cima com corrente sendo quebrada

O dia 28 de janeiro foi instituído como o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo. Em todo o mundo, até os dias de hoje, são encontradas pessoas submetidas a condições de vida e de trabalho com restrições de liberdade, ausência ou remuneração insuficiente. Nesta data, a Vale reforça seu repúdio a qualquer tipo de condição de trabalho semelhante à escravidão e segue intensificando as medidas para promoção do trabalho decente.

Na empresa, o combate à escravidão consta na Política de Direitos Humanos e mais detalhadamente no Guia de Direitos Humanos, que abordam o posicionamento e a conduta esperada de todos os empregados, próprios e terceiros.

A orientação também é reforçada no Código de conduta de fornecedores.

Este ano, controles adicionais estão sendo incorporados para aprimorar os cuidados de combate ao trabalho escravo. Na página de Direitos Humanos e de Suprimentos, no Portal ESG, você encontra mais esclarecimentos sobre essas ações.

A Vale também possui um Canal de Denúncias independente, que permite a empregados, fornecedores ou parceiros o registro anônimo de queixas, caso sofram ou presenciem qualquer situação relacionada a este tema.


Em 2005, a Vale assinou, junto com 400 empresas, um compromisso: o Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo - pela promoção do trabalho decente e não negociação com fornecedores que exploram mão-de-obra escrava. Estes esforços deram origem ao InPACTO– Instituto Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho, do qual a Vale é associada.

Clique aqui e saiba mais sobre o Instituto.

Com o apoio da Vale foi possível dar início ao desenvolvimento de uma plataforma para o Índice de Vulnerabilidade ao Trabalho Escravo realizado pela InPACTO. A plataforma se constitui em um banco de dados socioeconômicos como uma estratégia para subsidiar a prevenção e o combate ao trabalho escravo e infantil em cadeias produtivas brasileiras. O objetivo para além de gerar informação é colaborar para a compreensão e o fortalecimento do tema e buscar por soluções de enfrentamento.


Saiba mais sobre o que caracteriza o trabalho escravo, incluindo o conceito de trabalho degradante:

  • Servidão: a pessoa trabalha em atividade rural para o dono na terra, sendo obrigada a entregar a maior parte de sua produção ao dono e (geralmente) sem receber qualquer pagamento.
  • Trabalho compulsório/forçado: a pessoa é obrigada física e/ou psicologicamente a trabalhar, sofrendo violência ou ameaça de violência para continuar trabalhando.
  • Endividamento: a pessoa se encontra numa situação em que é obrigada a dar grande parte ou até todo seu salário para pagamento de dívidas ao empregador, dívidas essas que muitas vezes não teve escolha entre contrair ou não, como ferramentas de trabalho, alojamento, alimentação, EPI, etc.
  • Retenção de documentos: a pessoa tem um ou mais de seus documentos pessoais, inclusive passaporte, retidos pelo empregador, sem escolha de poder retirar esses documentos.
  • Restrição de deslocamento: a pessoa é impedida por cercas, trancas, violência, ameaça, distância ou outra circunstância de deixar o seu local de trabalho, estando, na prática, confinada.
  • Jornada exaustiva: quando a pessoa é submetida (mesmo que concordando e sendo remunerada) a horas extras acima do permitido por lei de forma repetida e continuada.
  • Trabalho degradante: quando a pessoa é submetida a condições desumanas/humilhantes ou trabalha sem acesso as necessidades humanas básicas como água potável, comida adequada, ventilação, iluminação etc.
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