Sobre a Vale

03/12/2021

Vale elimina a sétima estrutura a montante

O dique 5 da barragem do Pontal, em Itabira, é a sétima estrutura a montante eliminada pela Vale desde 2019. O dique passou por obras e não possui mais a função de reter rejeitos. As ações para descaracterizar essas barragens estão sendo realizadas no menor tempo possível, tendo como prioridade a segurança das pessoas e do meio ambiente, durante todas as etapas do trabalho.

Rio com árvores ao fundo
Vista do dique 5 da barragem do Pontal após a conclusão das obras.

Crédito: Videodelivery

Em Minas Gerais, o processo de eliminação também já foi concluído nas barragens 8B e Fernandinho, em Nova Lima, e no dique Rio do Peixe, em Itabira. No Pará, foram eliminados os diques 2 e 3 da barragem Kalunga e no Pondes de Rejeito do Igarapé Bahia, em Parauapebas.

Confira no vídeo como foi a obra de eliminação do dique 5

Mais 23 estruturas, todas em Minas Gerais, terão suas características a montante eliminadas. As ações estão em andamento e incluem a realização de estudos de engenharia e geotécnicos, ações para manter ou elevar o fator de segurança, além de obras preparatórias.

As atividades são acompanhadas pelos órgãos reguladores, Ministério Público e auditorias técnicas independentes.

A descaracterização das barragens a montante é uma obrigação legal de todas as mineradoras e um compromisso assumido pela Vale, em 2019, após o rompimento da barragem B1, em Brumadinho.

Até o momento, a empresa concluiu 23% do Programa de Descaracterização de Barragens. A atualização mais recente do Programa de Descaracterização indica que 67% das barragens serão eliminadas até 2025 e 90% até 2029. A eliminação de 100% das barragens será alcançada até 2035.

Controle de riscos

Em função da complexidade e riscos inerentes ao processo de descaracterização das estruturas a montante, adotamos um rigoroso controle de todas as ações, com o objetivo de garantir a segurança dos trabalhadores e das pessoas que vivem em comunidades próximas.

A empresa já realizou diversas ações preventivas, a exemplo da retirada dos moradores das respectivas Zonas de Autossalvamento (ZAS) e a construção de estruturas de contenção para as barragens B3/B4, em Nova Lima, Sul Superior, em Barão de Cocais, e Forquilha III, em Ouro Preto. Em Itabira, também estamos implantando uma estrutura para conter, em caso de emergência durante as obras, os rejeitos dos diques Minervino e Cordão Nova Vista, da barragem do Pontal.

Mulher branca, de cabelos pretos, lisos e compridos, veste camisa laranja e está sentada a uma mesa, pilotando uma máquina de operação das obras.  
Caminhões de obra no meio da terra, cavando e retirando a terra.   
Operadores controlam equipamentos sem tripulantes, na obra da barragem B3/B4, em Nova Lima (MG), a partir do Centro de Operações Remotas, localizado na capital Belo Horizonte, a cerca de 15 km da barragem.

Crédito: Videodelivery

 Saiba o que mais faz parte do nosso controle de riscos:

  • Implantação de sistemas de segurança para as equipes (as chamadas linhas de vida) destinados à execução e atividades nas barragens com restrição de acesso;
  • A realização de sondagem com equipamentos remotos;
  • A utilização de equipamentos não tripulados nas obras, operados remotamente pelos trabalhadores (no caso da barragem B3/B4, os 17 operadores ficam no Centro de Operações Remotas, localizado em Belo Horizonte, a cerca de 15 km da obra);
  • Estudos preliminares para definir os níveis seguros de vibração dos equipamentos durante as obras;
  • Monitoramento permanente das barragens pelo Centro de Monitoramento Geotécnico (CMG);
  • Intensificação das ações de controle na etapa de remoção de rejeitos. Em caso de necessidade, as atividades são suspensas para as devidas avaliações.
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