Do planalto para a serra: trilhando uma nova vida

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Do planalto para a serra: trilhando uma nova vida

Após concluir a graduação, em 2007, o geógrafo André Wilson Teles de Souza fez uma viagem de férias para visitar o irmão em Canaã dos Carajás e se apaixonou. Na primeira oportunidade, André não pensou duas vezes: trocou os planaltos de sua terra natal, Porangatu, no estado de Goiás, pelas serras de Canaã.

Já na nova cidade, ele buscou especialização. Cursou duas pós-graduações (em Gestão Ambiental e Educação; e Gestão Escolar) e, hoje, trabalha como diretor da Escola Municipal Adelaide Molinari, situada na Vila Planalto. Lá, ele encontrou uma relação bem próxima entre mineração e educação. “A Vale é parceira da nossa escola em vários projetos, com o da horta e do paisagismo. Além disso, a empresa apoiou a ampliação do espaço, proporcionando mais conforto aos nossos alunos. Agora, a gente tem uma escola padrão em uma área rural de Canaã!”, comemora.

Essas e outras experiências vividas no Pará transformaram a visão que André trazia sobre a mineração. “Quando a gente está de fora, existe muito preconceito em relação à atividade de mineração no país e no mundo. Mas, quando a gente conhece os negócios da Vale, percebe que a empresa tem um compromisso muito forte com o lado social e ambiental, busca retribuir à natureza e à comunidade. O fato de separar áreas para reflorestamento, fazer campanhas para não ter queimadas, isso tudo é sustentabilidade”, destaca.

Aos seus 33 anos e vivendo há nove no município, o diretor da escola da Vila Planalto já se sente um cidadão canaense e comemora o desenvolvimento da região. “Sou muito feliz em Canaã dos Carajás, casei e tive filhos aqui. Nesse tempo, acompanhei o crescimento da cidade também. Com os investimentos da Vale, em especial do projeto S11D, Canaã se estruturou para atender a população, com escolas de qualidade, asfaltamento, saneamento básico. A gente percebe que a cidade cresceu muito em pouco tempo”, destaca.

Ferro Carajás S11D

O S11D é o maior projeto de mineração de ferro da Vale no mundo. Quando estiver em pleno funcionamento, produzirá 90 milhões de toneladas de minério de ferro por ano. Em conjunto com a produção da Mina de Ferro de Carajás, localizada no município de Parauapebas, o S11D elevará a região ao mesmo patamar de importância do Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais. Para a implantação do projeto, a Vale investiu cerca de US$ 17 bilhões e aprimorou o sistema de transporte na região, com a duplicação de aproximadamente 570 km da Estrada de Ferro Carajás (nos estados do Maranhão e do Pará) e a construção de um ramal ferroviário com 101 km (entre Parauapebas e Canaã dos Carajás, no sudeste do Pará).

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