Iniciativas

Vivendo importantes transformações

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Quando foi morar em Tucumã, Marcione Moraes começou a ver e viver uma série de transformações. Em 2000, ele deixou Araguaína, no Tocantins, e foi para a cidade no Sudeste do Pará. Com o passar dos anos, acompanhou o desenvolvimento local e os reflexos da atividade mineral naquela região e na sua própria vida.

“Ao chegar aqui, comecei a trabalhar em uma loja de imóveis. Na época, essa região vivia basicamente da agricultura, da exploração de cacau, da pecuária e do comércio. Até que, em 2007, começou a implantação do projeto Onça Puma, no município de Ourilândia, e surgiram várias oportunidades. Eu mesmo, quando fiquei sabendo que ia ser construído um projeto dessa magnitude diante dos nossos olhos, procurei me qualificar e comecei a fazer um curso de Segurança no Trabalho, para tentar uma vaga”, conta.

Com muita determinação, em 2010, Marcione alcançou seu objetivo e foi selecionado para trabalhar em Onça Puma, como operador da Sala de Controle. Em 2013, foi promovido a técnico de Controle e Processos e, em dezembro de 2015, obteve mais uma promoção, desta vez, para supervisor de turno da área de preparação de cargas e utilidades. Em janeiro de 2016, ele e a família se mudaram para Ourilândia, para morar em um residencial construído pela empresa para seus empregados. “Com apoio da Vale, eu consegui fazer uma graduação em Administração e tenho planos de cursar uma pós-graduação no início de 2017”, afirma.

Como Marcione costuma ressaltar, além do seu crescimento pessoal e profissional, a mineração tem sido importante para a região como um todo. “Desde que eu comecei a trabalhar na Vale, percebi que o pensamento da empresa não é só realizar sua atividade. Se não fosse Onça Puma, Ourilândia e toda essa região estariam bem atrás em relação ao seu desenvolvimento. A Vale contribuiu muito com a melhoria da infraestrutura da cidade, por meio da construção de escolas, rodoviárias e pavimentação de vias como a avenida das Nações, por exemplo, além da Estação Conhecimento, que possibilita a prática de atividades esportivas e uma formação cidadã para jovens”, comenta.

Onça Puma

Primeira unidade de níquel da Vale no Brasil, Onça Puma iniciou suas operações em 2011. A unidade é composta por duas minas (Onça e Puma) e uma usina de beneficiamento com capacidade nominal de produção de 53 mil toneladas de ferro-níquel por ano.

As ligas de ferro-níquel produzidas em Onça Puma são utilizadas na produção de aço inoxidável e ligas especiais, empregados em diversos materiais presentes no dia a dia das pessoas, como baterias recarregáveis, moedas, motores de automóveis e avião. É o níquel que dá o acabamento brilhante de talheres e torneiras de pias, por exemplo.

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