Sobre Rejeitos

Samarco

Sobre Rejeitos

Sobre os rejeitos

Perguntas frequentes

O rejeito das barragens é tóxico?

Não. O rejeito presente nas barragens é inerte, ou seja, não contém componentes tóxicos. Ele é composto, em sua maior parte, por sílica (areia) proveniente do beneficiamento do minério de ferro e não apresenta nenhum elemento químico danoso à saúde. O resultado das análises solicitadas pela Samarco à SGSGeosol Laboratórios, empresa especializada em análises ambientais e geoquímicas de solos, atesta que o rejeito proveniente da barragem de Fundão não oferece perigo às pessoas ou ao meio ambiente. As amostras foram coletadas no dia 8 de novembro próximo a Bento Rodrigues, Monsenhor Horta, Pedras, Barretos e Barra Longa, em Minas Gerais, e analisadas segundo a norma brasileira ABNT NBR 10004:2004. Estes locais foram definidos para a coleta por serem os mais próximos ao acidente e, portanto, as amostras representam melhor o material que estava depositado na barragem. Após as análises, o rejeito nesses locais foi classificado como não perigoso. Isto significa que o material analisado não apresenta periculosidade às pessoas e ao meio ambiente, tendo em vista que não disponibiliza contaminantes para a água, mesmo em condições de exposição a chuvas.

A Vale depositou rejeitos de suas minas acima da capacidade da Barragem de Campo Grande?

Não. Conforme documento do Plano de Ação Emergencial de Barragem da Mineração (PAEBM) (acesse aqui o documento), protocolado junto aos órgãos competentes, sua capacidade de projeto é de 23,5 Mm3 e, atualmente, a barragem ocupa um volume de 19,59 Mm3. Ou seja, a Barragem de Campo Grande não está saturada.

Esta atividade de transferência de rejeitos está licenciada?

A atividade de transferência de rejeitos para a Samarco está licenciada desde 1994 pela Licença de Operação Corretiva da Mina de Alegria, processo COPAM No 182/87/03/94. Esta licença foi submetida a revalidações sucessivas, conforme previsto na legislação ambiental vigente em Minas Gerais. A licença é emitida pelo COPAM (Conselho Estadual de Política Ambiental do Estado de Minas Gerais). Nessa licença ambiental, está previsto que a Vale poderia dispor a lama em novas estruturas da Samarco que viessem a ser construídas. A responsabilidade pelo licenciamento para a disposição do rejeito na Barragem de Fundão é da Samarco. Veja aqui a licença emitida.

Qual quantidade de rejeitos provenientes de suas minas foi depositada pela Vale em barragens da Samarco?

Em 2014, a Vale enviou para a Samarco a quantidade de 1.005.581 toneladas de rejeitos provenientes da Mina de Alegria, em Minas Gerais. Esta quantidade representa exatamente 4,4722% do volume total depositado na Barragem de Fundão entre janeiro de 2014 e dezembro de 2014. Veja aqui a Nota de Débito Financeira da Samarco.

Saiba mais sobre as ações da Vale em apoio à Samarco
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