Sobre a Vale

14/12/2021

Instituto Cultural Vale realiza exposição temporária sobre a Amazônia no Museu do Amanhã

 

O Instituto Cultural Vale - junto do Fundo Vale e do Instituto Tecnológico Vale – apresenta uma exposição, com início em 17 de dezembro, sobre a Amazônia.

O compromisso da Vale com a Amazônia é de longa data, conforme pontua a vice-presidente-executiva de Sustentabilidade da Vale Maria Luiza Paiva:

A exposição Fruturos veio em boa hora, porque vai além da floresta e da riqueza de sua biodiversidade, fala também da diversidade cultural daqueles que nela habitam, da sua gente. A Vale conhece bem a região. Está ali há 30 anos, ajudando a proteger uma área de 800 mil hectares de floresta, o Mosaico de Carajás, equivalente a cinco vezes a cidade de São Paulo

Maria Luiza Paiva, vice-presidente-executiva de Sustentabilidade da Vale.

A exposição Fruturos veio em boa hora, porque vai além da floresta e da riqueza de sua biodiversidade, fala também da diversidade cultural daqueles que nela habitam, da sua gente. A Vale conhece bem a região. Está ali há 30 anos, ajudando a proteger uma área de 800 mil hectares de floresta, o Mosaico de Carajás, equivalente a cinco vezes a cidade de São Paulo

Maria Luiza Paiva, vice-presidente-executiva de Sustentabilidade da Vale.

Além disso, a exposição destacará as transformações desenfreadas que vêm atropelando as leis ambientais ao longo dos anos. O desenvolvimento econômico adotado nas últimas décadas acarretou problemas como a urbanização acelerada, além de atividades ilegais de mineração e grilagem. Ao tratar destas questões, a mostra pretende estimular o público a refletir sobre as maneiras de engajar um modelo de desenvolvimento que mantenha a floresta em pé, principalmente através da união entre ciência e saberes tradicionais.

Sabia mais sobre a exposição “Fruturos - Tempos Amazônicos”

O que a Vale tem feito para preservar a Amazônia?

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Vale trabalham para a conservação da maior área de floresta contínua nas regiões sul e sudeste do Pará. Essas unidades de conservação fazem parte de uma área de mais de 1 milhão de hectares de floresta que a Vale protege, ajuda a proteger e a manter em parceria.

A conservação deste espaço contribui para o combate ao aquecimento global, em virtude da manutenção do estoque de carbono florestal, evitando emissões de gases que causam o efeito estufa por desmatamento e degradação florestal e cria um estoque de carbono de aproximadamente 600 milhões de toneladas de CO2e.







O que a Vale tem feito para preservar a Amazônia?

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Vale trabalham para a conservação da maior área de floresta contínua nas regiões sul e sudeste do Pará. Essas unidades de conservação fazem parte de uma área de mais de 1 milhão de hectares de floresta que a Vale protege, ajuda a proteger e a manter em parceria.

A conservação deste espaço contribui para o combate ao aquecimento global, em virtude da manutenção do estoque de carbono florestal, evitando emissões de gases que causam o efeito estufa por desmatamento e degradação florestal e cria um estoque de carbono de aproximadamente 600 milhões de toneladas de CO2e.

A conservação deste espaço contribui para o combate ao aquecimento global, em virtude da manutenção do estoque de carbono florestal, evitando emissões de gases que causam o efeito estufa por desmatamento e degradação florestal e cria um estoque de carbono de aproximadamente 600 milhões de toneladas de CO2e.

Além disso, a mais de uma década, o Fundo Vale atua no bioma amazônico por meio de diversas iniciativas que contribuem, por exemplo, para o combate ao desmatamento e incentivam a geração de renda sustentável para comunidade local.

Conheça alguns dos projetos:

Centro Experimental Floresta Ativa (Pará)
PrevisIA (Amazônia Legal)
Cooperativa dos Extrativistas da Flona de Carajás (Pará)
Origens Brasil® (Amazonas, Mato Grosso, Pará e Roraima)
Rede de Sementes do Xingu (Mato Grosso)

Rede de Sementes do Xingu (Mato Grosso)

Em Mato Grosso, estado que ocupa o segundo lugar no ranking de desmatamento da Amazônia, a união de comunidades indígenas, agricultores familiares, produtores rurais, pesquisadores, movimentos sociais, organizações da sociedade civil e governamentais está ajudando a recuperar áreas degradadas. Na região da Bacia do Rio Xingu e Araguaia, mais de 6,8 mil hectares foram replantados com 220 espécies de árvores nativas. Tudo começa com o trabalho dos 560 coletores: eles identificam e recolhem na mata as sementes, cuidam do armazenamento e qualidade. A comercialização das sementes garante renda aos participantes da rede, fundada em 2007, além de valorizar o conhecimento e saberes tradicionais sobre a floresta.

Centro Experimental Floresta Ativa (Pará)
PrevisIA (Amazônia Legal)
Cooperativa dos Extrativistas da Flona de Carajás (Pará)
Origens Brasil® (Amazonas, Mato Grosso, Pará e Roraima)
Rede de Sementes do Xingu (Mato Grosso)

Rede de Sementes do Xingu (Mato Grosso)

Em Mato Grosso, estado que ocupa o segundo lugar no ranking de desmatamento da Amazônia, a união de comunidades indígenas, agricultores familiares, produtores rurais, pesquisadores, movimentos sociais, organizações da sociedade civil e governamentais está ajudando a recuperar áreas degradadas. Na região da Bacia do Rio Xingu e Araguaia, mais de 6,8 mil hectares foram replantados com 220 espécies de árvores nativas. Tudo começa com o trabalho dos 560 coletores: eles identificam e recolhem na mata as sementes, cuidam do armazenamento e qualidade. A comercialização das sementes garante renda aos participantes da rede, fundada em 2007, além de valorizar o conhecimento e saberes tradicionais sobre a floresta.

São diversas as iniciativas em curso para preservação da Amazônia e as pessoas que vivem o dia a dia da floresta são essenciais para que elas aconteçam. Assista à série documental “Protetores da Floresta”, idealizada pela Vale, e saiba quem está trabalhando para garantir o futuro da floresta. Clique aqui.

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Instituto Cultural Vale realiza exposição temporária sobre a Amazônia no Museu do Amanhã