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Informações sobre a Estrada de Ferro Carajás - Vale

Iniciativas

Informações sobre a Estrada de Ferro Carajás - Vale

Estrada de Ferro Carajás: trilhando os melhores caminhos

Ela tem 892 quilômetros de extensão, ligando a maior mina de minério de ferro a céu aberto do mundo, em Carajás, no sudeste do Pará, ao Porto de Ponta da Madeira, em São Luís (MA). Por seus trilhos, são transportados 120 milhões de toneladas de carga e 350 mil passageiros por ano. Circulam cerca de 35 composições simultaneamente, entre os quais um dos maiores trens de carga em operação regular do mundo, com 330 vagões e 3,3 quilômetros de extensão.

Inaugurada em 1985, a Estrada de Ferro Carajás não é só grande: ela também lidera o ranking das ferrovias mais eficientes do Brasil graças ao nosso constante investimento em tecnologia. Confira no vídeo ao lado.

Tecnologias da EFC

Tração distribuída por radiofrequência (Locotrol) Renovação de via permanente Helper Dinâmico - Acoplamento de trens em movimento Way-Sides – inspeção do trem em movimento Simulador de Locomotiva Carro ultrassom Carro controle

Centro Cultural Vale Maranhão

Abertura para novos artistas e valorização da cultura local

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Posto de Inspeção e Abastecimento de Locomotivas​

Oficina para realização de inspeções rápidas, abastecimento e troca de insumos.

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Parque Botânico Vale

Espaço que encanta o público de todas as idades ao proporcionar uma interação mágica com a natureza.

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Robotização na EFC

Tecnologia na manutenção dos vagões.

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Trem de passageiros

Uma viagem mágica através das belezas naturais do caminho.

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Oficina Central

Local onde ficam concentradas as atividades de revisão e manutenção de locomotivas e vagões.

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Pátio de Estocagem

O armazenamento do minério feito em pilhas.

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Viradores de Vagões

A tecnologia no descarregamento de minério.

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Usina de Pelotização

A Usina de Pelotização São Luís faz parte do Complexo de Ponta da Madeira.

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Centros de Controle

Local que reúne informação e tecnologia a favor da logística

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ValeMax

Um dos maiores navios mineraleiros do mundo possui a capacidade de carregar mais de 400.000 carros populares.

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Píeres

Toneladas de minério por hora são descarregadas e estrutura que suporta a atracação de alguns navios mais pesados no mundo.

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Terminal Marítimo Ponta da Madeira

Local de onde o produto é destinado às diversas partes do mundo.

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Oficina Central

A Oficina Central do Terminal Ferroviário concentra as atividades de revisão e manutenções de locomotivas e vagões da EFC.

Robotização na EFC

Célula robótica

O conjunto de braços robóticos atua na inspeção e troca automática de componentes dos rodeiros, estruturas semelhantes a rodas, que possibilitam a movimentação dos vagões. Com os robôs programados, o tempo de manutenção reduziu de 35 minutos para 12 minutos.

Centro de Troca e Manutenção de Rodeiros

Utilizando o conceito de pit-stop, essa oficina realiza reparos rápidos nos rodeiros dos vagões. Composições de 110 vagões entram inteiras na oficina, que conta com a tecnologia de mesas subterrâneas para trocar e rodeiros e componentes, sem necessidade de manobras ou retirada dos vagões.

Virador de Vagões

Este é o local em que ocorre o processo de descarga dos vagões, de forma automatizada e em oito viradores de vagões.

O minério cai dentro de uma espécie de funil e é despejado em cima das correias transportadoras, que levarão o minério para empilhamento no pátio de estocagem.

Pátio de Estocagem

Para chegar ao Pátio de Estocagem, o minério passa pela empilhadeira, que forma as pilhas de 7 a 8 metros de altura de minério.

Para embarcar nos navios, o minério precisará passar por outra máquina, chamada recuperadora. O minério cai novamente nas correias transportadoras e segue para o porto.

Terminal Marítimo Ponta da Madeira

Por meio das correias transportadoras, o minério chega até o terminal Portuário, composto por três píeres.

Por meio dos carregadores de navios, o minério enche as embarcações que partem em direção aos nossos clientes no mundo todo. O minério vai ser utilizado em quase tudo que está presente em seu dia-a-dia, como computador, celular, transporte, aparelhos médicos, dentre outros que contribuem para a evolução da sociedade moderna.

Píeres

Existem três piers no Terminal Marítimo de Ponta da Madeira em São Luiz, por lá é escoada a produção que vem das minas da Vale no Pará:

Pier I - Com profundidade de 23,5 metros, ele é dedicado ao carregamento de minério de ferro, com capacidade de carregamento de 16.000 toneladas por hora.

Pier III - Os navios que atracam aqui chegam até 420.00 toneladas, a exemplo do Valemax. Com três berços de atracação, o Píer III consegue carregar 8.000 toneladas em cada um deles. A profundidade de 21 metros permite a atracação de navios de até 200 mil toneladas, exportando minério de ferro, manganês e pelotas.

Pier IV - É mais moderno do Terminal é responsável também por receber os Valemax. Com a maior profundidade, chegando a 25 metros, possui uma ponte de acesso de mais de 1,5 km, ligando aos dois berços de atracação (Norte e Sul), cada um com dois carregadores de navio com capacidade de 16.000 toneladas.

Quantidade de piers ativos:

3

Capacidade de carregamento por hora:

16.000 ton

Capacidade de carregamento

420.00 ton

Profundidade máxima:

25m

ValeMax

O Terminal Marítimo da Ponta da Madeira foi o primeiro porto do mundo a operar navios Valemax.

Esses navios são maiores que a Torre Eiffel, capazes de transportar até 400 mil toneladas de minério de ferro.

Comprimento Total:

362,00 m

Largura Máxima:

65,00 m

Profundidade Máxima:

23,00 m

Velocidade de Cruzeiro:

15,4 km/h

Centros de Controle

COI – Centro de Operações Integradas


O Centro controla todo os sistema de produção Vale, desde a extração na mina, transporte e embarque no Porto.

CCO EFC – Centro de Controle de Operações

O sistema de informações através de GPS, rádios e telefones observa, controla e planeja a distância o tráfego da ferrovia. Com uma equipe que trabalha 24 horas por dia, é possível visualizar em tempo real o que acontece na malha ferroviária.

CMA – Centro de Monitoramento de ativos​

Recebe todos os dados coletados pelas tecnologias de inspeção, utilizadas para monitoramento da linha férrea, de locomotivas e vagões. Com o acompanhamento dos dados gerados e a aplicação de técnicas de confiabilidade, é possível evitar situações de risco na ferrovia.

Parque Botânico Vale

Um espaço equivalente a 100 campos de futebol, contemplado por fauna e flora raras: este é o Parque Botânico da Vale, em São Luís. O local fica aberto à visitação do público e conta com uma programação diversificada que oferece atividades de lazer, educação ambiental e prática de exercícios.

A natureza é o ponto alto do local, durante as trilhas ecológicas guiadas, é possível ter encontros inusitados com espécies como o macaco-capijuba, tamanduá-mirim e outros moradores nativos. Venha conhecer de perto esse universo de preservação ambiental gratuitamente.

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Trem de passageiros

Você sabia que o Trem de Passageiros da Estrada de Ferro Carajás recebe mais de 1.000 passageiros por dia?

Com uma estrutura confortável, moderna e segura, o Trem de Passageiros da Estrada de Ferro Carajás percorre 15 pontos de parada em 27 municípios entre São Luís (MA) e Parauapebas (PA). ​

Conheça mais a EFC

Centro Cultural Vale Maranhão

Situado no incrível Centro Histórico de São Luís, o Centro Cultural Vale Maranhão, proporciona aos nossos visitantes uma experiência de interação com a arte por meio de exposições, shows, apresentações musicais, oficinas, performances, entre outras expressões culturais.

No espaço, priorizamos a produção cultural maranhense sem deixar de abrir espaço para conteúdo de outros locais, valorizando a produção cultural local e nacional, além de proporcionar diferentes oportunidades para artistas e segmentos.

Usina de Pelotização

A Usina de Pelotização São Luís retomou a operação em 2018 e faz parte do Complexo de Ponta da Madeira.

Aqui, uma parte do minério de ferro (pellet feed) que chega das minas do Pará passa por uma tecnologia de processamento térmico que utiliza os finos gerados durante a extração. Desse processo surge a pelota, pequenas bolinhas de minério de ferro usadas para fabricação do aço. A Usina de São Luís tem capacidade para 7 milhões de toneladas por ano e conta com 380 empregados dedicados a atividade.

Posto de Inspeção e Abastecimento de Locomotivas

Nessa oficina, é possível realizar um pit-stop de até 12 locomotivas simultaneamente, para realização de inspeções rápidas, abastecimento e troca de insumos.

Esse trem é bom! (curiosidades)
A história de uma produtiva ferrovia
A história de uma produtiva ferrovia

Os trilhos dos primeiros 15 km da Estrada de Ferro Carajás foram instalados em agosto de 1982. A ferrovia teve seus estudos de viabilidade, juntamente com os projetos de engenharia, iniciados quase uma década antes, em 1974. Mas a inauguração oficial só ocorreria 11 anos depois, no dia 28 de fevereiro de 1985.

Em março de 1986, chegaram os primeiros passageiros. No ano seguinte, foi a vez da soja. Os trens da ferrovia passaram a fazer o transporte de grãos e, no mesmo ano, os produtos derivados de petróleo entraram para a lista de materiais transportados pelas composições.

A história de uma produtiva ferrovia

Hoje, os trens carregam granéis sólidos (soja e outros grãos), líquidos (combustíveis e fertilizantes, entre outros), além do minério de ferro.

A EFC está ainda interligada com outras duas ferrovias: a Companhia Ferroviária do Nordeste (CFN) e a Ferrovia Norte-Sul. A primeira atravessa, principalmente, sete estados da região Nordeste e a segunda corta os estados de Goiás, Tocantins e Maranhão, facilitando a exportação de grãos produzidos no norte do estado do Tocantins pelo Porto de Ponta da Madeira, no Maranhão.