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A Amazônia abriga 50% da floresta tropical do mundo, a maior bacia hidrográfica, um quinto da água doce, 400 bilhões de árvores, 20% da diversidade de espécies da Terra e armazena entre 150 e 200 bilhões de toneladas de carbono.

A Vale está há mais de 30 anos na Amazônia, ajudando a proteger, em parceria com o ICMBio, cerca de 800 mil hectares de floresta, área equivalente a cinco vezes a cidade de São Paulo, que representam um estoque de 490 milhões de toneladas de carbono equivalente.

Cenário

Todos os anos, a floresta desaparece em taxas alarmantes como consequência das queimadas, da grilagem e da extração ilegal de madeira. Com isso, compromete-se a biodiversidade.

São 25,5 milhões de habitantes, cerca de 325 mil são indígenas que há milhares de anos vivem na Amazônia.

É urgente manter a floresta de pé, valorizar e promover oportunidades de desenvolvimento sustentável para as populações locais. É também fundamental fomentar a bioeconomia e criar um ambiente de negócios favorável para a conservação e valorização das florestas nativas.

Imagem animada de um mapa visual da ocupação do solo da amazônia entre os anos de 1973 e 2019 Imagens de satélite mostram a evolução do uso e ocupação do solo da região e que apenas a área protegida permanece conservada

Unidades de conservação

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Vale trabalham para a conservação da maior área de floresta contínua nas regiões sul e sudeste do Pará. A importância desta parceria pode ser evidenciada em uma linha do tempo que demonstra a evolução do uso e a ocupação do solo e mostra que a paisagem de áreas florestadas na região está restrita às unidades de conservação nas quais a Vale atua junto com o órgão ambiental e terras indígenas.

A conservação deste espaço contribui para o combate ao aquecimento global, em virtude da manutenção do estoque de carbono florestal, evitando emissões de gases que causam o efeito estufa por desmatamento e degradação florestal.

Essas unidades de conservação integram uma área de mais de 1 milhão de hectares de floresta que a Vale protege, ajuda a proteger e a manter em parceria, o que representa um estoque de carbono de aproximadamente 600 milhões de toneladas de CO2e.

Projeto Horizontes

Esta parceria em prol da conservação ambiental ganhou, em 2020, um reforço com o Projeto Horizontes, que deverá contribuir com a recuperação e com o uso sustentável de áreas do entorno dessas unidades de conservação no Pará, formando importantes corredores. Isso será feito por meio da implantação de sistemas agroflorestais, nos quais o plantio de árvores e arbustos são consorciados com culturas agrícolas ou criação de animais que, além de gerar renda para as comunidades, formam corredores ecológicos que favorecem a proteção da biodiversidade.

Assim, o projeto une conservação com geração de renda e preservação dos rios, além de contribuir para a mitigação de emissões de gases de efeito estufa através do “sequestro” de carbono.

Para realizar o projeto Horizontes, a atividade da Vale está baseada em cinco subprojetos interligados:

Ilustração de mão segurando planta

Licenciamento ambiental

O fortalecimento da gestão do conhecimento a respeito do licenciamento ambiental trará celeridade, assertividade e efetividade às condições específicas.

Ilustração de pá com terra e uma planta nascendo nele

Diversificação do uso do solo

Ampliação da matriz econômica da região, com foco em atividades agroflorestais e agroextrativistas. Isso gerará renda a pequenos agricultores com o plantio de culturas agrícolas consorciado a florestas, por exemplo.

Ilustração de gotas de água

Conservação de recursos hídricos

Para trabalhar com a Bacia do Rio Itacaúnas, a principal da região, é importante tratar os diversos usos do solo de forma sustentável.

Ilustração de um caderno estilo agenda com uma caneta ao lado

Regularização fundiária

Há necessidade de gerir o uso do solo para solucionar possíveis entraves ligados à ocupação de áreas.

Ilustração de uma arara em cima de um galho

Monitoramento da biodiversidade

Trata da ampliação do conhecimento acerca das Unidades de Conservação, incentivando a geração de pesquisas.

Conheça outras iniciativas para conservação do meio ambiente na região

Recuperação de áreas degradadas em Canaã dos Carajás (PA)
Ilustração de árvores

Estamos promovendo o reflorestamento das áreas de pastagens que adquirimos em Serra Sul, criando verdadeiros corredores ecológicos, restabelecendo a fauna e a flora da região.
Desde a criação do projeto foram plantados 1.045 hectares e 3.853 estão em regeneração.

Produção de mudas para recuperar as áreas de preservação permanentes (APP)
Ilustração de plantas

O processo de revegetação é feito com o plantio de espécies nativas da Flona de Carajás. O Viveiro Florestal da Vale em Carajás produz cerca de 200 mil mudas por ano, atingindo uma média de 120 espécies.

Pesquisas do Instituto Tecnológico Vale
Ilustração de um microcoscópio

O ITV realiza pesquisas com ênfase no desenvolvimento sustentável e mineração. Dentre os projetos, está o Capital Natural: uma iniciativa que lida diretamente com o estoque de carbono na Floresta Nacional de Carajás. As pesquisas buscam estabelecer uma relação entre a regulação do microclima nas áreas das florestas e as possíveis implicações em caso de perda de vegetação. Esses estudos ajudam a entender futuros cenários de acordo com as mudanças climáticas, prever o desaparecimento ou a permanência de florestas e perceber os tipos de vegetação que compõem originalmente uma região.

Parcerias e investimentos

Na última década, por meio do Fundo Vale, a empresa apoiou mais de 70 iniciativas de instituições de pesquisa, governos, ONGs e startups para a proteção de mais de 23 milhões de hectares de floresta.

Com a Fundação Vale, foram realizados investimentos em projetos sociais no Pará e no Maranhão, nas áreas de saúde, educação, cultura e geração de renda.

E, com o Instituto Tecnológico Vale, a empresa investiu em pesquisas em áreas como biodiversidade, estudo dos genomas de espécies e mudanças climáticas. Todas estas iniciativas somadas representaram R$ 792 milhões em investimentos.

Metas e próximos passos

Além das ações mencionadas, a empresa anunciou novas medidas para a mitigação do aquecimento global, alinhadas com o Acordo de Paris. Serão investidos ao menos US$ 2 bilhões em iniciativas de redução de emissões nos próximos 10 anos. O objetivo é diminuir em 33% as emissões absolutas diretas e indiretas (escopos 1 e 2) em 2030. Além disso, a Vale assumiu os compromissos de proteger e recuperar 500 mil hectares de florestas e de alcançar a autossuficiência energética através de fontes renováveis - no Brasil em 2025 e, globalmente, em 2030.

Leia o manifesto da Vale pelo dia da Amazônia

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