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Impacto às Comunidades

A atuação social da Vale é pautada pelos princípios e diretrizes do Código de Conduta; das Políticas Anticorrupção, e de Direitos Humanos e de Sustentabilidade; e da Norma de Sustentabilidade. De acordo com a Norma, os líderes da Vale devem contribuir com o processo de gestão dos stakeholders locais, garantindo a identificação, engajamento e monitoramento do relacionamento com esses públicos.

Diretrizes gerais do relacionamento com as comunidades locais:

Adotar uma abordagem de engajamento proativa com as comunidades, criando oportunidades para um diálogo amplo e construtivo com foco no relacionamento de longo prazo
Atuar por meio de um processo de interação respeitoso, inclusivo e participativo, favorecendo a livre e igualitária expressão – escuta e fala – das partes envolvidas, considerando sempre a inclusão de indivíduos ou grupos tradicionalmente excluídos (ex: vulneráveis, comunidades tradicionais, entre outros)
Buscar alinhamento das expectativas das comunidades e da empresa, viabilizando acordos que resultem em benefício mútuo
Efetuar os registros regularmente na ferramenta de gestão de demandas, acompanhando o fluxo de resolução das manifestações, zelando pela efetividade da solução e resposta no prazo estabelecido para garantir o retorno ao demandante

Desempenho

No ano de 2018, 63% de nossas operações realizaram avaliações de impactos sociais e 78% de ambientais. Cerca de 38% das operações divulgaram publicamente o resultado das avaliações de impactos sociais e 50% de ambientais. No mesmo ano, 72% de nossas operações implementaram programas de desenvolvimento local baseados nas necessidades de comunidades locais, assim como 75% delas promoveram comitês ou grupos de diálogo social.

Em 2018, desenvolvemos mais de 350 Planos de Investimento e Relacionamento com as comunidades locais, relacionados com a gestão de impactos ou desenvolvimento local. No período de um ano, entre 2017 e 2018, registramos uma redução do tempo médio de resposta às comunidades em 33% e aumento do atendimento em 46%, assim como o número de interdições de operações da Vale, que caiu 69%.

Relacionamento com Comunidades

O relacionamento com as comunidades é guiado pelo modelo de Atuação Social da Vale, construído e efetivado através da gestão dos processos de direitos humanos, riscos e impactos socioambientais, saúde e segurança das comunidades, remoção involuntária, relações com comunidades locais, relações com povos indígenas e comunidades tradicionais, ações de apoio ao desenvolvimento local, investimentos socioambientais e conflitos com comunidades. Documentos normativos são estabelecidos e disseminados para cada um desses processos.

Como uma das estratégias de engajamento com as comunidades, adotamos a elaboração e implantação dos Planos de Relacionamento com Comunidades (PRC). O PRC tem como princípio a mobilização e participação social na definição e priorização das ações sociais a serem implementadas nas comunidades.

Para monitorar os Planos de Relacionamento com Comunidades, as equipes de relacionamento com comunidades estabelecem uma rotina sistemática de reuniões participativas para acompanhamento da execução das ações, avaliando a aderência e efetividade dos resultados junto com a comunidade. Esse acompanhamento é registrado no Sistema de Stakeholders, Demandas e Issues (SDI).

Plano de Relacionamento e Investimento Social com a Comunidade


Objetivo

O Plano de Relacionamento e Investimento Social é uma estratégia de engajamento que tem como princípio a mobilização e participação social na definição e priorização das ações sociais a serem implementadas no território. Além disso, a estruturação do Plano visa o compartilhamento de responsabilidades entre empresa, comunidade e demais atores sociais para o desenvolvimento local.

Gráfico PDCA
Gráfico PDCA Texto do gráfico PDCA

Etapas do Processo


Gráfico Etapas Gráfico Etapas

Visão Geral – Parauapebas



Texto 1
Texto 2
Texto 3
Texto

Planos de Relacionamento - Parauapebas



Plano de relacionamento
Plano de relacionamento

Áreas de investimento



Plano de investimentos
Plano de investimentos

Plano de Relacionamento na Comunidade Palmares II



Caracterização da Comunidade

Com mais de 13 mil habitantes, e interferência de 19 km de ferrovia, a comunidade Palmares II completou 25 anos em junho de 2020.

As instituições comunitárias possuem forte influência do MST e atribuem aos empreendimentos da Vale o aumento desordenado da população que teria sido atraída pelas obras, além de problemas de acessibilidade - causados pelo volume de veículos da Vale e das empresas contratadas - e o êxodo rural dos jovens, que deixam a vida no campo para buscarem emprego nos empreendimentos.

Mesmo sendo uma comunidade predominantemente rural, os equipamentos públicos possuem uma boa estrutura se comparados aos de outras comunidades do município.

Com boa articulação política, local e regional, as demandas apresentadas para Vale e Poder Público Municipal são majoritariamente voltadas para a geração de trabalho e renda, especificamente na agricultura, além de infraestrutura, esporte e lazer.

Constituição de grupo representativo

Processo de mobilização prevê a constituição de um comitê gestor de grande representatividade na comunidade. As reuniões do Comitê Gestor na comunidade Palmares II são sempre muito bem articuladas pelos moradores, com representantes dos vários setores, entretanto, há uma tendência de concentração das lideranças devido a influência da forma de organização do MST.

Os “coletivos” de Mulheres, Jovens, Saúde, Educação, Produtores, Grupos Religioso etc., deliberam sobre os assuntos e compartilham com a comunidade em assembleias.

20 lideranças envolvidas no processo

Elaboração e validação do Plano de Relacionamento

Durante a priorização das demandas com as comunidades, foram definidas as ações a serem realizadas no plano de ação, considerando as competências de cada representante social envolvido e a disponibilidade de recursos.

Frente Impacto:

1 - Plano de Manutenção e umectação de acessos;

2 - Plano de ação para tratamento de Questão Crítica da Estrada Três Voltas.

Frente Investimento:

1 - Investimento de geração de trabalho e renda para agricultura familiar;

2 - Apoio a projeto de Karatê;

3 - Apoio ao projeto de dança e música.

Implementação do Plano

O Projeto de Hortifruticultura está sendo desenvolvido desde 2018, fomentando a produção de frutas e hortaliças, e trabalhando as potencialidades e aptidão da comunidade no cultivo de culturas permanentes e temporárias.

1 - 37 famílias beneficiadas com a implantação de pomares irrigados, totalizando 50 hectares;

2 - Disponibilização de assistência técnica especializada em fruticultura consociada;

3 - Elaboração de estudo de viabilidade de negócio para a implantação de uma agroindústria para processamento das frutas produzida;

4 - Implantação de sistema fotovoltaico nas unidades produtivas familiares diminuindo o custo produtivo.

Acompanhamento e monitoramento do Plano

Os planos são monitorados e acompanhados através de indicadores e metas. 

Principais resultados obtidos nos anos de monitoramento do Projeto de Hortifruticultura:

1 - Visitas técnicas em 100% das Unidades de Produção Familiar;

2 - Produção de 40 toneladas de manga/ano;

3 - Produção de 120 toneladas de goiaba/ano;

4 - 50 hectares de pomares implantados;

5 - 35 famílias atendidas;

6 - Renda média familiar mensal R$ 3.592,62




Metas de Desempenho

Conforme os dados consolidados em agosto de 2020 , a Vale mantém relacionamento com 1.422 comunidades, distribuídas entre 124 municípios no Brasil. Destas, 416 são comunidades prioritárias para o engajamento. A meta é que todas as comunidades prioritárias tenham PRC elaborado. Atualmente aproximadamente 42,3% dessas comunidades possuem plano em 2020.

Mecanismo de Escuta e Resposta

O que é?

É um processo formal da Vale para gestão global das manifestações, que pode ser utilizado por qualquer parte interessada para se comunicar/interagir com a empresa, e que exijam por parte da empresa algum tipo resposta e/ou ação.

Organização

Composto por diversos canais de escuta, como Profissionais de Relacionamento, Ouvidoria, Mídias Sociais, Fale Conosco e linhas de telefone 0800. As equipes de relacionamento comunicam-se diretamente com seus públicos, possibilitando maior rapidez e eficiência nos processos de mitigação e de resolução de potenciais conflitos.

Princípios Orientadores e Pacto com a Sociedade

O Mecanismo é pautado pelos seguintes princípios orientadores da ONU sobre Empresas e Direitos Humanos e do ICMM:

Para a construção de um novo pacto com a sociedade é fundamental a consolidação das estratégias de diálogo, reforçando a importância de garantir canais de escuta e resposta mais efetivos.

Etapas de Gestão

Canais

Tipos de Manifestação

As manifestações das comunidades são capturadas, prioritariamente, pelas equipes de relacionamento, registradas no sistema SDI (Stakeholders, Demands and Issues) e tratadas, envolvendo diferentes áreas da empresa, conforme complexidade e tipo da manifestação

Performance dos Indicadores

A Vale reconhecendo a percepção da Comunidade sobre os impactos de suas operações, adotou no seu modelo de gestão de performance o reporte de indicadores sociais relacionados aos grievances. A seguir são apresentados os modelos de gráficos e ferramentas utilizados por todos os níveis gerenciais da empresa para acompanhamento dos grievances.

Mapa de Calor - Ferramenta de gestão da diretoria executiva





Saúde e Segurança nas comunidades

As ações de Saúde e Segurança da Comunidade contribuem para a construção da percepção de riscos pelas comunidades e, consequentemente, para consolidação de uma cultura de segurança nos territórios. Essas iniciativas, em sua maioria de educação e mobilização social, possuem caráter preventivo e estão associadas aos controles de gestão de riscos e/ou impactos operacionais que afetam direta ou indiretamente as comunidades vizinhas.

Gestão de Risco

O modelo de gestão de risco da Vale assegura que a saúde e a segurança das comunidades sejam consideradas nos processos de avaliação de riscos, nos níveis operacionais e estratégicos (risco de negócio). Além disso, são implementadas, em seus procedimentos e controles existentes, medidas de prevenção e mitigação de impactos e riscos à saúde e à segurança das comunidades, avaliando-as quanto a sua adequação e adotando ações de correção, sempre que necessário. As ações, sejam operacionais e/ou estratégicas (de relacionamento), são alinhadas de forma que a implementação e resultados sejam legitimados e reconhecidos pelas comunidades.

Metas de Desempenho

A Vale monitora e registra todas as ocorrências e/ou acidentes que envolvam as comunidades vizinhas, além de definir anualmente metas e indicadores para realização de campanhas de educação e ações de relacionamento nas localidades que possuem interação com nossas operações.

Perspectiva

Embasado nos princípios do Guia de Atuação Social da Vale, encontra-se em processo de normatização o Plano de Saúde e Segurança da Comunidade, que visa definir diretrizes e padronizar em todo o Brasil as ações que objetivem a prevenção de acidentes e implementação da cultura de segurança junto às comunidades vizinhas.

Remoções

O processo de remoção involuntária tem como objetivo gerenciar o deslocamento físico e/ou econômico, de pessoas, famílias, comunidades e/ou grupos sociais em situação de vulnerabilidade socioeconômica, em razão de atividades da empresa. Para a Vale, o processo de Remoção Involuntária deve garantir condições de vida e de retomada produtiva e econômica em níveis equivalentes ou melhores do que aqueles verificados antes do início do processo, bem como respeitar os direitos humanos.​

No Brasil e em Moçambique, o processo é normatizado desde 2012, seguindo padrões e diretrizes internacionais, como as estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU) no tocante ao direito à moradia adequada, e os padrões de desempenho da International Finance Corporation (IFC). Em Moçambique, desde 2012, o reassentamento é disciplinado por legislação específica.

As diretrizes que norteiam o tema da Remoção Involuntária na Vale são:

  • Buscar alternativas que evitem ou minimizem a necessidade de deslocamento físico e/ou econômico;
  • Considerar todas as pessoas vinculadas à área de interesse e área anfitriã;
  • Envolver órgãos públicos, organizações e movimentos sociais pertinentes, nos momentos adequados à cada etapa do processo;
  • Considerar políticas públicas, planos e programas governamentais, assim como características políticas e culturais locais;
  • Promover o diálogo permanente e garantir a participação das pessoas afetadas em todo o processo, assegurando tratamento adequado de queixas e reclamações;
  • Construir coletivamente o Plano de Atendimento aos Reassentamentos e às Compensações Sociais com as pessoas, famílias, comunidades e/ou grupos sociais afetados, construindo consensos entre estes e a Vale na definição conjunta do marco de negociação;
  • Identificar e adquirir áreas anfitriãs que ofereçam condições de desempenho produtivo e econômico e avaliação de valor imobiliário equivalente ou superior que aquele das áreas/imóveis atuais;
  • Evitar indenização pecuniária, devido aos riscos que oferece de piora das condições de vida e violação dos direitos humanos;
  • Aplicar transparência e equidade nos processos de diálogo para formalização dos termos de acordo individuais, com base no marco de negociação do Plano de Atendimento aos Reassentamentos;
  • Promover de forma participativa o parcelamento da área anfitriã e a reposição da atividade produtiva e econômica como meio de capacitação técnica e recuperação das relações comunitárias;
  • Garantir o acesso aos serviços públicos e comunitários após a mudança, priorizando a adequação de equipamentos públicos e comunitários já existentes e buscando sinergia com as demandas das comunidades anfitriãs;
  • Promover a restituição do desempenho produtivo e econômico por meio de fornecimento de insumos (quando aplicável), capacitação técnica, oportunidade à reorganização das relações e organizações comunitárias;
  • Monitorar os níveis de qualidade de vida e desempenho produtivo após a mudança e, quando necessário, adotar medidas que garantam o cumprimento dos objetivos do processo de reassentamento.

Nas hipóteses de remoção involuntária de vulneráveis, a Vale implementa processo que observa, em síntese, as seguintes etapas e atividades:

  • Identificação prévia da necessidade de remoção de pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica;
  • Planejamento do processo de remoção involuntária, com definição de atividades, prazos, papéis e responsabilidades entre as áreas internas da Vale, necessidade de contratação de serviços, preparação das equipes, definição de estratégias de engajamento das partes interessadas e estruturação de instrumentais de pesquisas e banco de dados;
  • Realização de diagnóstico integrado, que considere a participação qualificada das pessoas afetadas na identificação dos diversos aspectos relacionados ao seu modo de vida, desempenho produtivo e econômico, trabalho, bem como de aspectos sócio organizativos, socioculturais, situação fundiária;
  • Elaboração do Plano de Ação da Remoção (PAR), considerando os grupos de atendimento, as alternativas de atendimento, a estruturação da área anfitriã e de outras medidas de compensação, bem como iniciativas de cuidado com pessoas e famílias que necessitam de suporte especial, entre outros;
  • Negociação com as partes interessadas visando à celebração dos termos de adesão ao processo de remoção involuntária;
  • Implantação do Plano de Ação da Remoção;
  • Preparação e execução da mudança;
  • Monitoramento do pós-mudança e adoção de medidas corretivas, caso necessário.

Brasil:

No Brasil, no período entre janeiro de 2013 a janeiro de 2019, a Vale teve processos de remoção involuntária envolvendo 988 famílias, sendo que 852 famílias foram deslocadas em razão de empreendimentos de logística e operação do Sistema Norte. Do total de famílias, 758 famílias tiveram atendimentos por indenização simples e indenização assistida, 101 famílias foram atendidas na modalidade de reassentamento e 129 por meio de outras formas, como permuta de imóveis e aluguel social.

Legado Social

Na nossa Política de Sustentabilidade, assumimos o compromisso de trabalhar de forma integrada com as partes interessadas para contribuir com a construção de um legado positivo para as gerações futuras, considerando aspectos sociais, culturais, ambientais e econômicos. Além de monitorar e antecipar tendências em temas globais de sustentabilidade, desenvolver, adotar, e compartilhar boas práticas, buscamos a melhoria contínua do nosso desempenho socioambiental.

O apoio ao desenvolvimento local consiste em planejar, executar, monitorar as ações de investimento social, buscando a melhoria contínua do processo, o aprimoramento do uso de recursos e a alavancagem de resultados e maximização dos impactos positivos da mineração, com estímulo ao conteúdo local e valor compartilhado. As áreas da Vale em conjunto com a Fundação Vale e demais associações contribuem para a promoção de parcerias entre setores com o objetivo de potencializar as oportunidades de desenvolvimento dos territórios, dando suporte à construção do legado que a Vale pretende deixar para as comunidades.

Para nós, a obtenção e manutenção da “Licença para Operar” está intimamente relacionada à geração de legado positivo nos territórios, à efetiva gestão de riscos e impactos e ao relacionamento estruturado com partes interessadas.

As diretrizes que norteiam a nossa atuação são:

Respeito às diversidades sociais, econômicas, culturais, ambientais, políticas e organizacionais dos territórios, valorizando o conhecimento e as capacidades das comunidades locais em construir soluções conjuntamente com a empresa para o território
Promoção do engajamento com os stakeholders locais, compartilhando responsabilidades entre comunidades, poder público, organizações da sociedade civil e iniciativa privada, reforçando o papel de cada um perante às necessidades do território
Fortalecimento das organizações sociais e redes comunitárias para participação e engajamento no planejamento das ações de desenvolvimento local
Otimização de recursos de investimento social em ações estruturantes, com visão de longo prazo, buscando contribuir com a melhoria da qualidade de vida e a inclusão social das populações e das comunidades vulneráveis

Políticas e Normas

Business Case

Projeto Na Trilha dos Valores

A proposta do projeto é levar orientações para alunos e professores de escolas do ensino fundamental 1, vizinhas a ferrovia sobre como conviver de forma segura com a linha férrea e, assim, sensibilizá-los quanto aos cuidados necessários quando se está próximo à ferrovia, principalmente durante a circulação dos trens.

Tendo como foco principal trabalhar o conhecimento e o envolvimento da comunidade escolar em questões relacionadas à segurança ferroviária por meio de uma metodologia lúdica, que envolve dinâmicas como contar histórias, jogos sobre a ferrovia e visitas guiadas ao Museu Vale, entre outras ações.

O objetivo é, a partir do diálogo e da sensibilização, procurar reduzir o número de ocorrências ferroviárias nesses locais, que podem envolver desde o descarte de lixo de forma incorreta a apedrejamentos e circulação de pessoas sobre ou próximo à ferrovia. Municípios participantes do projeto: Cariacica, Fundão e Serra. Publico: 3.203 participantes.

“Esse projeto tem representado muito na vida da escola Maria Magdalena Pisa, uma vez que visa oportunizar aos nossos alunos esse passeio maravilhoso. As atividades realizadas na escola ensinam a valorizar o meio ambiente, e segurança ferroviária, uma vez que a nossa escola é limítrofe com a linha ferroviária da Vale”, Sérgio Ricardo Barbosa Wetler, Professor.

Business Case

Projeto Vale Cuidar

É uma iniciativa que investe na capacitação dos adultos para potencializar o desenvolvimento das crianças de 0 a 5 anos. Para tanto, são desenvolvidas oficinas, seminários e atividades formativas para que os adultos, da convivência direta com a criança, aumentem os seus conhecimentos em assuntos relacionados à primeira infância e repertório, de intervenções e brincadeiras, em seu espaço de atuação profissional ou convivência.

Em 5 anos de projeto:

1500 responsáveis cuidadores informais, educadores, assistentes sociais e demais profissionais do Sistema de Garantias dos Direitos das Crianças envolvidos em alguma atividade formativa
60.000 pessoas participaram da Semana Mundial do Brincar em 2017 e 2018
78% dos participantes buscaram mais informações sobre o assunto após o contato com o Programa
82% dos educadores estudaram neurociência pela primeira vez
36% dos educadores estudaram educação infantil pela primeira vez
69% fizeram intervenções positivas no ambiente da criança
37% dos cuidadores começaram a ler histórias para as suas crianças após a formação
49% dos participantes passaram a ter atividade remunerada como cuidadora após o curso
2 espaços preparados para o brincar em municípios carentes de espaços para crianças

Em 2019, o projeto contou com a participação dos municípios da região metropolitana de Vitória, Resplendor e Tumiritinga. Cerca de 750 pessoas estiveram envolvidas nos processos formativos, enquanto mais de 5.000 crianças serão beneficiadas com os espaços preparados para o brincar. O projeto está relacionado ao ODS Saúde e Bem-Estar.

Business Case

Plano de Relacionamento com Comunidades Maria Ortiz – Colatina/ES

Em 2019, dentre os Planos de Relacionamento executados, destacamos o de Maria Ortiz, comunidade de Colatina/ES. Essa comunidade de pescadores tem cerca de 60 famílias que moram entre a linha férrea e o Rio Doce. A metodologia participativa foi realizada em 3 reuniões na comunidade, nas quais os moradores mapearam as principais demandas e oportunidades da comunidade. A partir daí o grupo identificou possibilidades de iniciativas sociais que a Vale poderia desenvolver junto com a comunidade para melhorar a qualidade de vida dos moradores. As ações foram priorizadas em um plano plurianual de 3 anos com as seguintes ações: atividades de lazer para crianças e ginástica para idosos; quadra esportiva e academia popular.

Como primeira ação, antes da construção dos equipamentos, iniciamos as atividades em 2019 com duas manhãs de lazer. Participaram cerca de 50 moradores durante o ciclo de reuniões.

"A Vale interagiu com os moradores  em reunião, onde foi ensinado como pleitear melhorias para o bairro através da opnião coletiva. No dia  1º de setembro  surgiram os primeiros resultados. O povo colaborou e tivemos 5 horas de alegria e diversão  para todas as faixas etárias da  comunidade Ortizense", Claudio Marques dos Santos, presidente da Associação de Moradores de Maria Ortiz - AMMOR.

business case

Programa Partilhar

O Programa Partilhar tem como objetivo promover o desenvolvimento socioeconômico das localidades onde atuamos, unindo forças com a nossa cadeia de suprimentos. Para isso, a Vale criou o IVC – Índice de Valor na Comunidade, uma metodologia inovadora, com a qual a empresa se torna capaz de reconhecer e valorizar os fornecedores que mais contribuem para o progresso social de cada região.

Esta iniciativa visa potencializar a geração de valor, trazendo benefícios para os fornecedores e para as comunidades, reforçando o compromisso da Vale com as pessoas e o novo pacto com a sociedade.

Clique aqui e conheça mais sobre o programa Partilhar.



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