Conheça as principais ações de recuperação realizadas pela Samarco
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Conheça as principais ações de recuperação realizadas pela Samarco

05/04/2016 16:00

Desde o rompimento da barragem de Fundão, em 5 de novembro de 2015, a Samarco, com o apoio da Vale, vem trabalhando continuamente nas regiões impactadas. A meta da empresa é que estes locais voltem à situação que estavam antes do acidente ou que fiquem ainda melhores. Confira os princ​ipais resultados das ações realizadas:

80% das áreas já foram revegetadas. São 640 hectares nas margens dos rios Doce, Carmo e Gualaxo

4.726 cartões de auxílio financeiro entregues

118 pontos de monitoramento da água do Rio Doce. 25.000 Laudos emitidos

550 mil m3 de sedimentos serão retirados da Hidroelétrica Risoleta Neves

69 propriedades rurais reestabelecidas

500 mil análises de qualidade da água realizadas

225 pessoas contratadas por meio da frente Ocupação, Trabalho e Renda

1800 toneladas de silagem entregue aos produtores

100% dos acessos liberados. Todas as 7 pontes danificadas foram reconstruídas​

Veja os principais resultados das ações de recuperação

  • Definição de terreno para reconstrução de Bento Rodrigues será fechada com os moradores ainda em abril. Processo está em andamento também em Gesteira e Paracatu de Baixo.
  • 80% de áreas já foram revegetadas. São 640 de um total de 800 hectares ao longo dos rios Doce, Carmo e Gualaxo
  • Em Mariana e Barra Longa, escolas foram reformadas e 100% dos estudantes cumpriram o período letivo e seguem o calendário regular de 2016
  • 170 propriedades rurais foram atendidas e estão recebendo silagem, apoio técnico e equipamentos e já voltaram a produzir.
  • 25 mil laudos já emitidos mostram que a qualidade da água vem apresentando melhorias contínuas.

“Temos um compromisso claro com a sociedade, expresso e formalizado no recente acordo assinado com os governos federal e dos estados de Minas e Espírito Santo. Parte das ações começaram imediatamente após o acidente com a barragem de Fundão. Outras estão sendo iniciadas, como a construção de duas adutoras em Colatina, no Espírito Santo. Nossa meta é que as regiões impactadas voltem à situação que estavam antes do acidente ou que fiquem melhores”, afirma Roberto Carvalho, diretor-presidente da Samarco.



  Reconstrução

Entre as principais ações de reconstrução está a definição, ainda neste mês, do local para o novo distrito de Bento Rodrigues. Até o fim do mês, os moradores definirão a localização de equipamentos de uso comum, como praças e templos religiosos. Na sequência, serão iniciadas as obras de urbanização.

No município de Barra Longa, todos os acessos já foram desobstruídos e passam por manutenção. As áreas internas das casas liberadas pela Defesa Civil já estão limpas, assim como as ruas do centro. Das 89 casas liberadas para reforma, 51 já foram concluídas. Dos estabelecimentos comerciais, 23 tiveram a reforma finalizada e oito estão em reforma. Ainda em Barra Longa, a praça principal da cidade foi totalmente limpa e, em um processo participativo com a comunidade, a Samarco elabora agora o projeto arquitetônico para o local.

Para atender os impactos na área agrícola, tanto de Mariana quanto de Barra Longa, a Samarco já entregou 1.800 toneladas de silagem de milho ensacada. Além de silagem, também foram fornecidos outros tipos de alimentos: fubá, feno, farelo de trigo, farelo de soja e ração para cachorro, cavalo e vaca leiteira, entre outros. No total, cerca de 3.000 animais foram atendidos nas fazendas da região e 107 mil metros de cerca foram instaladas nas propriedades rurais.

Esta frente de trabalho concentra profissionais especializados, como zootecnistas, técnicos agrícolas, agrônomos e engenheiros florestais para apoio aos produtores rurais, além de todos os equipamentos necessários como tratores, retroescavadeiras e caminhões, entre outros.



  Pessoas

Duzentas e vinte cinco pessoas das comunidades já foram contratadas para empregos mapeados pela frente Ocupação, Trabalho e Renda. A partir dos dados de profissão, escolaridade e interesse, a Samarco tem buscado oportunidades para reinserir as pessoas no mercado de trabalho. Em todas as frentes de trabalho é priorizada a contratação de pessoas do próprio local.

A fábrica de geleia de pimenta biquinho, uma atividade tradicional em Bento Rodrigues, já foi reestabelecida e encontra-se em plena produção.

Em outra frente de atuação e por meio de parceria com o Sesi, Senai e Fiemg, já foram formados 220 jovens em cursos profissionalizantes de construção civil e gastronomia. Para os próximos dois meses estão previstas novas turmas em cursos como Costura, Informática, Manicure e Artesanato.

Como forma de auxílio financeiro emergencial, a Samarco já distribuiu 4.726 cartões. Desse total, 540 foram destinados para as comunidades de Mariana, Barra Longa e Rio Doce. Outros 3.992 são de pescadores e outros ribeirinhos, cuja subsistência dependia do rio. O cadastro de pessoas impactadas continua sendo realizado pela Samarco.

O cartão de auxílio financeiro é composto por um salário mínimo, mais 20% do salário mínimo para cada dependente e o valor de uma cesta básica calculado pelo Dieese.



  Meio Ambiente

Na frente ambiental, a Samarco já concluiu a construção de três diques para a contenção de sedimentos, de forma que eles não sejam carreados pela chuva e pelos córregos presentes no vale de Fundão. Com o mesmo objetivo já foi feita a revegetação de 80% das áreas impactadas, o equivalente a 640 hectares dos 800 previstos ao longo dos rios Doce, Carmo e Gualaxo.

Na Usina Hidrelétrica Risoleta Neves (Candonga) já foram iniciados os trabalhos prévios para a dragagem de 500 mil metros cúbicos de sedimentos do reservatório. Isso permitirá o retorno da geração de energia.

Outra importante frente de atuação na área ambiental diz respeito ao monitoramento permanente da qualidade da água. São 118 pontos monitorados ao longo de toda a extensão do rio Doce, um trabalho que já gerou mais de 500 mil análises e 25 mil laudos.



  Água

Em Colatina foi autorizada a construção de duas novas adutoras, nos rios Pancas e Santa Maria. O abastecimento regular de água já foi reestabelecido em todas as cidades que captam água do rio Doce. Laudos de diferentes órgãos atestam que, após o tratamento, a água das cidades cumpre as exigências da portaria 2.914 de 2011 do Ministério da Saúde.

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