Gestão de impactos sociais

Comunidades

Gestão de impactos sociais

Presente em Moçambique desde 2004, a Vale contribui para o desenvolvimento económico do país. Nesta página pode encontrar informações sobre questões importantes da nossa relação com as comunidades e conhecer melhor os nossos canais de escuta e diálogo.

  1. Reassentamento 25 de Setembro / Cateme

    Foi concluído o pagamento de indemnizações para a reabilitação das 289 casas do Bairro 25 de Setembro, conforme acordado entre a comunidade, o governo e a empresa. Em Cateme, a Vale está a fortalecer os seus investimentos sociais como por exemplo os programas de geração de renda e a construção de espaços públicos de lazer e convívio.

  2. Impactos Ambientais

    Novos controles ambientais e procedimentos estão a ser implementados para reduzir os impactos operacionais como a poeira, o ruído e vibração nas comunidades vizinhas. De entre as acções, destacam-se a ampliação e reforma dos sistemas de supressão de poeira nas vias e instalações internas e do processo de monitorização da qualidade do ar, ruído e vibração. Foram contratados estudos complementares para monitorar o impacto de vizinhança nos bairros de Nhantchere, Bagamoio e 1º de maio.

  3. Deslocamento económico de machambas e olarias

    A Vale está em processo de negociação com os oleiros que ocupavam a área de concessão. A empresa propôs indemnização por perda de actividade económica e inclusão em programa de geração de renda e investimento inicial para fomento para uma nova actividade. Também estão em curso as negociações com os camponeses que ocupavam a área de concessão, para os quais estão a ser avaliadas novas medidas de indemnização e participação nos programa de geração de renda.

  4. Cemitério

    Durante o reassentamento da comunidade de Chipanga em 2009, a Vale promoveu a transferência dos corpos do cemitério adoptando cerimónias de acordo com orientação dos anciãos. Parte das famílias que não acompanharam a exumação por opção própria alega que não foram respeitados os ritos tradicionais. A Vale está a reforçar o diálogo com essas famílias para esclarecer o procedimento adotado.

  5. Vedação da área operacional

    Para garantir a segurança da comunidade, mantendo-a distante dos riscos da operação mineira, estamos a concluir a vedação dessas áreas no limite das nossas concessões.

  6. Acesso à água

    Estamos a implementar furos de água e a incrementar a rede de abastecimento da Vila de Moatize, assim como a disponibilizar pontos de água para o gado, facilitando assim o acesso das comunidades a este recurso.

  7. Controle de novas ocupações

    A Vale tem a responsabilidade de manter a área de seu DUAT (Direito do Uso e Aproveitamento de Terra) livre de ocupações não relacionadas à actividade mineira. Para isso, a Vale tem vindo a instalar marcos, placas sinalizadoras e cercas. Além disso estamos a realizar o processo de cadastramento socioeconómico das ocupações já existentes nestas áreas, e a preparar uma equipe de monitores sociais que serão responsáveis por dar orientações de segurança às comunidades.

  8. Acesso e mobilidade

    A Vale realocou e construiu um novo acesso para as comunidades rurais à área urbana de Moatize, garantindo o acesso aos mercados, renda, acesso a serviços de saúde e educação. Além disso, a empresa disponibiliza transporte para a comunidade em Cateme onde já está disponível um autocarro e tuk-tuks, tipo txopela, para deslocação.

Diálogo Social

Canais de Escuta

A Vale disponibiliza para as comunidades uma Linha de Atendimento grátis, com o número 800-000-20, que é um canal de escuta, em que reclamações e sugestões são registadas, tratadas e respondidas. Mantemos uma equipe de relações com comunidades e de monitores sociais que promove um diálogo permanente com as comunidades vizinhas às nossas operações. Mantemos um posto de atendimento social no bairro de 25 de Setembro e Cateme e todas as quartas-feiras realizamos reuniões com o governo e as comunidades na sede da administração do distrito de Moatize.

Manifestações da comunidade

Actuamos para fortalecer o relacionamento e manter diálogo permanente com as comunidades, procurando uma gestão efetiva das solicitações e queixas de forma a mitigar impactos e evitar conflitos. Entretanto, nem sempre conseguimos chegar a consensos para resolução de todas as reivindicações e reconhecemos a legitimidade das manifestações pacíficas das comunidades. A Vale repudia qualquer forma de violência.