Manganês e ferroliga

Mineração

Manganês e ferroliga

Manganês e
ferroligas

Quem poderia imaginar que coisas tão diferentes quanto uma pilha e a tinta têm algo em comum? O manganês, quarto metal mais utilizado do mundo, está presente na composição destes e de tantos outros objectos que fazem parte do seu dia-a-dia.

Somos um dos principais produtores do mineral, essencial no fabrico de aço, e também de ferroliga, combinações de ferro com um ou mais elementos químicos, como o próprio manganês.

Apesar de quase 90% da produção de manganês ser destinada ao sector da siderurgia, as suas aplicações incluem ainda o fabrico de fertilizantes, de rações animais e de carros.

Versátil

As nossas minas produzem três tipos de derivados de manganês, úteis para aplicações bastante variadas.

Minério metalúrgico

Ferroligas - o manganês é essencial no fabrico de quase todos os tipos de aço

Dióxido de
manganês natural

Pilhas -o manganês-zinco dá origem às pilhas alcalinas

Minério químico

Racção -o manganês é empregue em preparações para comida animal
Vidros -o uso na produção de vidraria foi identificado desde o Egipto Antigo


Onde?

As nossas actividades no segmento estão localizadas no Brasil: operamos minas e unidades de processamento de manganês nos estados do Pará, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. Também temos unidades de processamento de ferroliga em Minas Gerais e na Bahia.

Mapa

Destaques

  • Potencial

    O Brasil possui 10% das reservas mundiais de manganês, atrás apenas da Ucrânia (24%), África do Sul (22%) e Austrália (16%).

  • Liderança

    A Vale é a maior produtora de manganês no Brasil e responde por cerca de 70% do mercado nacional. A Mina do Azul, no Pará, é responsável por 80% da nossa produção. Somos também líderes em ferroliga à base de manganês.

  • Alto teor

    As minas brasileiras do Azul, no Pará, e de Urucum, no Mato Grosso do Sul, destacam-se por terem minério de alto teor – pelo menos 40% de teor de manganês.


Reaproveitamento de minério

Uma tecnologia desenvolvida pela Vale permitiu o reaproveitamento de pequenas partículas de minério depositadas nas barragens após o enriquecimento. Com a iniciativa, a barragem de rejeitos da Mina do Azul deixou de ser apenas um depósito de sobras de material e foi reconhecida como uma “reserva mineral” – isto é, um local que tem minério em condições e quantidades suficientes para ser explorado economicamente. Aliás, essa é a primeira barragem de rejeitos do Brasil a receber essa classificação.