O ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, o diretor-presidente da Vale, Roger Agnelli, e o presidente da Guiné, Alpha Condé, no lançamento da pedra fundamental.
Crédito: Agência Vale.
A Vale deu início, no dia 22 de fevereiro, às obras de reconstrução da ferrovia Conakry-Kankan. Como parte do compromisso com o governo da Guiné, a Vale está investindo na reabilitação da ferrovia dedicada ao transporte de passageiros e carga geral entre Conakry, capital da Guiné, e Kankan, no leste do país. Com a recuperação da ferrovia, a empresa pretende contribuir para o desenvolvimento social e econômico do país africano, criando potencialmente alguns milhares de empregos.
A linha férrea Conakry-Kankan, administrada pela Service National des Chemins de Fer de Guinée, não opera desde 1983. O objetivo do governo é recuperar a linha com a colaboração da Vale. A ferrovia foi construída entre 1900 e 1914 e tinha 45 estações. A linha férrea desempenha papel fundamental no país, servindo várias cidades.
Atuação da Vale na Guiné
Em abril de 2010, a Vale anunciou o investimento em Simandou, na Guiné, que será o maior projeto de minério de ferro integrado com infraestrutura já desenvolvido na África. A reconstrução da ferrovia Conakry-Kankan é parte do compromisso da Vale com o desenvolvimento de Simandou e o crescimento econômico da Guiné.
A primeira fase de Simandou envolve o desenvolvimento da mina de Zogota, com planta de beneficiamento a seco, estrada de ferro de cerca de 100 km ligando a mina à fronteira da Libéria, e ferrovia e porto dedicados na mesma região. A fase inicial está programada para começar a produzir em 2012 e terá capacidade de 15 milhões de toneladas anuais.
A segunda fase do projeto compreende expansão de capacidade, atingindo 50 milhões de toneladas anuais em 2020, por meio do desenvolvimento dos Blocos 1 e 2, e construção de ramal ferroviário adicional ligando-os a Zogota.