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Meio Ambiente

A Vale tem como compromisso investir na conservação do meio ambiente. Por isso, até 2010, irá plantar 346 milhões de árvores nos países onde atua, num total de 300 mil hectares - uma área equivalente a duas vezes a cidade de São Paulo e duas vezes e meia a do Rio de Janeiro. Atualmente a Vale protege cerca de três bilhões árvores, o que corresponde a quase metade da população do planeta, de seis bilhões de pessoas.

Os projetos socioambientais realizados pela Vale se refletem no desenvolvimento das comunidades em que a empresa está inserida.

Instituto Ambiental Vale do Rio Doce

• O Instituto Ambiental Vale (IAV) foi criado em novembro de 2000. Com isso, a Vale assumiu papel estratégico na Política Nacional da Biodiversidade e sua interface com o Código Mineral.

• Responsável pela administração de todos os parques botânicos e áreas de conservação mantidos pela Vale, o IAV está a serviço das unidades da empresa, suas controladas e coligadas, e também da sociedade em geral. Desenvolve projetos de reabilitação, paisagismo urbano, recuperação de nascentes e matas ciliares de rios e planos de manejo de unidades de conservação, dentre outros.

• O IAV desenvolve projetos ambientais em diferentes regiões do Brasil. Está presente no Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Pará e Rio de Janeiro.

• Com estrutura organizacional independente e apropriada para cumprir seu papel, o Instituto tem como principais atribuições:

- Desenvolver atividades relativas à preservação, conservação, recuperação e ao tratamento sustentável de ecossistemas, com foco nas áreas de interesse da Vale;

- Desenvolver e disseminar conhecimento técnico-científico relativo à conservação e a práticas sustentáveis dos ecossistemas brasileiros, inclusive a caracterização da flora e da fauna e o estabelecimento de Reservas Genéticas In situ e Ex situ;

- Obter e gerenciar recursos de terceiros, captados por meio de empréstimos financeiros ou doações;

- Colaborar com instituições, fundações e entidades que tenham objetivos semelhantes ou compatíveis aos do Instituto.

Reabilitação de áreas

• A Vale investe em projetos de reabilitação de áreas mineradas. A intenção é que, ao fim da fase de produção, os terrenos possam ser destinados a outras atividades econômicas ou à preservação ambiental.

• Em 2006, o Instituto Ambiental Vale implementou o Programa de Recuperação de Áreas Degradadas, que reserva uma parte da receita obtida durante o período de lavra para assegurar os fundos necessários à aplicação de modernas técnicas de reabilitação de áreas mineradas. O programa foi implantado em cerca de 400 hectares, totalizando 1.960 hectares restabelecidos com espécies nativas da Mata Atlântica, do Cerrado e da Amazônia.

• Há uma pesquisa para a seleção de espécies adequadas à recuperação de áreas mineradas. Pesquisadores do IAV coletaram 173 espécies no Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais, totalizando 177 quilos de sementes.

• Em 2003, a empresa criou um guia de fechamento de minas pioneiro no Brasil, com procedimentos que orientam os profissionais das áreas de planejamento e operação sobre as melhores práticas para desativação e reabilitação de uma mina e seu entorno.

Reserva Natural Vale

• Alinhada à política de recuperação de áreas degradadas, a Vale realiza pesquisas e investe em tecnologia ambiental na Reserva Natural Vale, em Linhares (ES), onde há intensivo programa de produção de mudas destinadas à restauração ecossistêmica e à formação de florestas de uso múltiplo.

• Em 2006, a colheita bruta de sementes foi de aproximadamente 12 toneladas, que resultaram em cerca de quatro milhões de mudas de 422 espécies da Mata Atlântica.

• Desde a criação da reserva, foram identificadas 60 novas espécies botânicas em seus 22 mil hectares, uma das últimas áreas protegidas de Mata Atlântica de Tabuleiro no Brasil.

• O território da Reserva de Linhares é contíguo ao da Reserva Biológica de Sooterama, administrada pelo Ibama, que delegou a proteção à Vale há cinco anos. Juntas, representam 48 mil hectares ou 75% da floresta natural do Espírito Santo.

Floresta Nacional de Carajás

• Localizada no sul do Pará, é protegida pela Vale em parceria com o Ibama. Trata-se de um bloco de floresta tropical primária que totaliza 1,3 milhão de hectares em cinco unidades federais de conservação próximas à terra indígena do Catete e da Comunidade Indígena Xikrin.

• Na Floresta Nacional de Carajás, as atividades da Vale interferem em menos de 3% da área total de 411 hectares. Esse é um bom exemplo de conjugação entre as atividades de mineração e a imprescindível proteção ambiental.

• A atuação da Vale em Carajás permitiu a preservação da maior ilha de floresta tropical primária no sudeste do Pará.

• Aberto ao público, o Parque Zoobotânico da Floresta Nacional de Carajás recebeu cerca de 60 mil visitantes em 2006. Nele, o Instituto Ambiental da Vale realiza projetos de educação ambiental e proteção e reintrodução da fauna local.

Parque Botânico de Tubarão

• Instalado dentro do Complexo Industrial e Portuário de Tubarão, no Espírito Santo, o Parque Botânico de Tubarão possui aproximadamente 620 hectares, onde foram plantadas cerca de seis milhões de árvores tropicais.

• Além de terem função de restauração ecossistêmica, as árvores exercem a contenção da ação do vento sobre as pilhas de minério de ferro e pelotas, reduzindo a emissão de particulados.

• Uma das principais áreas de lazer e visitação de Vitória, o Parque recebeu cerca de 120 mil pessoas em 2006.

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