Conheça as ações realizadas para monitorar a qualidade da água do Rio Doce e do mar
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Conheça as ações realizadas para monitorar a qualidade da água do Rio Doce e do mar

19/05/2016 10:00

Saiba mais sobre o que a Samarco tem feito para medir e melhorar a qualidade da água


A Samarco está empenhada em esclarecer todas as dúvidas com máxima transparência sobre a atuação da empresa e todo o trabalho que é desenvolvido para a recuperação ambiental das áreas impactadas pelo acidente com a barragem de Fundão. Desde o primeiro momento, a empresa implementou um plano abrangente de monitoramento e melhoria da qualidade de água do Rio Doce e do mar, assim como estudos relacionados às espécies presentes nos dois habitats. Os resultados são repassados semanalmente para autoridades e órgãos ambientais competentes envolvidos no assunto.

Confira algumas ações de monitoramento e melhoria

  • Definição de 118 pontos de monitoramento em conjunto com órgãos ambientais e demais autoridades envolvidas. Desse total, 84 são na bacia do Rio Doce e 34 no oceano, se estendendo por aproximadamente 1000 km.
  • Construção de três diques para contenção dos sedimentos remanescentes na barragem de Fundão.
  • Revegetação nas margens dos rios para impedir que os sedimentos depositados nelas sejam carregados, elevando os limites da turbidez da água.
  • Expedição com sonar para identificar a presença de peixes e de outros elementos da fauna marinha ao longo do rio.
  • Acompanhamento diário de turbidez no rio Doce - 22 pontos definidos pelo IBAMA.
  • Mais de 500 mil análises de água realizadas, gerando 25 mil laudos.
  • Estudos de bioacumulação no pescado da foz do Rio Doce.
  • Monitoramento da pluma por meio de sobrevoos (3 vezes por semana).
  • Diálogo aberto e constante com todos os órgãos ambientais e poder público, de Minas Gerais e do Espírito Santo, seja por meio de reuniões periódicas ou através do repasse de informações, para que todos tenham acesso ao que está sendo feito.

Com base nos 84 pontos de monitoramento, especialmente, conforme laudos da Agência Nacional de Águas (ANA) e do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), o Rio Doce apresenta hoje condições muito similares àquelas existentes antes do rompimento da barragem de Fundão. As medições de turbidez realizadas em abril comprovam a qualidade da água, com valores inferiores ao limite de 100 NTU. Saiba mais.

Resultados obtidos a partir de análises realizadas em universidade também mostram que não houve alteração da qualidade dos peixes e crustáceos. O estudo foi feito a partir da coleta de peixes, camarões e ostras em seis estações de pesca na foz do Rio Doce e região marinha próxima, entre dezembro de 2015 e fevereiro de 2016. Em março, a segunda expedição com sonar ao longo do Rio Doce continuou a observar e mapear a presença da fauna marinha no curso d’água, assim como foi feito na primeira expedição, realizada em dezembro de 2015.


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